PPE (Ponto Permanente de Envenenamento)

Garante um controle eficaz e seguro no controle de roedores.
Feito a identificação do roedor, selecionamos a melhor isca atrativa. A técnica a ser utilizada dependerá do ambiente e atividade do cliente. Sempre optando pelo mais seguro.

Iscas parafinas;
Iscas granuladas;
Pó de químico;
Mix e pré-mix;
Armadilhas diversas;
Iscas dose única.

Bitrex (Prevenção a Ingestão)


Todos os produtos utilizados pela ccs dedetizadora contém esta substância amarga para prevenir a ingestão acidental por seres humanos e animais.

 

Isca Parafinada

Ideal para locais externos (ralos, jardins, etc.), de gosto extremamente amargo é de difícil ingestão para o ser humano, mas para os ratos é fatal levando-os a morte por hemorragia interna.

 

Isca Granulada

Tem a mesma finalidade da parafinada, porém deve ser usada em locais internos (forros, telhados, garagens, etc.), mata o rato também por hemorragia interna.

 

Pó químico.

Apesar dos ratos viverem também em esgotos eles são mamíferos muito limpos, sempre estão se “lambendo”. Nosso produto em pó é aplicado nas tocas onde os ratos circulam e se “encostam”. Quando o rato se lambe ele entra em contato com o pó que o leva à morte.

 

Armadilhas adesivas

São placas plásticas recobertas com superfície de cola adesiva, que servem para capturar e monitorar pontos críticos nas áreas.

 

Iscas cereais

Mistura de fortes atrativos com produtos diversos. Efeito rápido e limpo.

 

PPI Ponto Permanente de Iscagem

Porta iscas de material plástico resistente fixado com parafusos junto ao piso e, são abertos com chave especial que ficam de posse da LoremiRatos. Servem para proteger as iscas de intempéries e são numeradas e mapeadas.

 

Porta iscas de jardim

Coberturas plásticas com suporte metálico que são fixados ao solo. São colocados em pontos estratégicos protegendo as iscas de chuvas e sol.

 

Portas iscas de parede

Coberturas plásticas que são fixadas em paredes a 10 cm de altura do piso. São colocados em pontos estratégicos protegendo as iscas de chuvas e sol.

 

Diversos

Para cada necessidade um tipo de controle.

OMC pressupõe a existência de 3 roedores por habitante. No Brasil que possui cerca de 170 milhões de habitantes o prejuízo por ano é de US$ 4,0 bilhões.

Os ratos competem com o homem por alimentos uma vez que se alimentam de culturas e produtos armazenados. Cada rato consome por dia 10% de seu peso. O perigo porém é maior se levarmos em conta a contaminação dos alimentos por urina e fezes.

A presença de ratos pode acarretar outros problemas como os acidentes devido aos danos causados em fios e cabos de máquinas e instalações elétricas. A presença de ruídos e chiados em ligações telefônicas se deve muitas vezes aos ratos. Os ratos têm a necessidade de roer para gastar os dentes que crescem 3 mm por semana.

Os ratos são responsáveis pela transmissão de cerca de 200 doenças, onde destaca-se a leptospirose. Os ratos urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, mais ou menos 40 vezes. Veja a seguir quantos focos de possíveis doenças podem ser criados em um ano.

É vital para o controle desta praga que sejam seguidas todas as etapas do Controle Integrado de Pragas, associadas ao saneamento e higienização da área para evitar fatores de favorecimento à praga.Como base de controle podemos seguir os seguintes passos:

1 – Auditoria para identificação dos pontos problemáticos;

2 – Conhecermos as proximidades do estabelecimento como um todo, pois na maioria das vezes, há fatores de riscos que dão indícios das invasões por ratos, sejam elas constantes ou intermitentes.

3 – Devemos lembrar que os ratos são animais de hábitos sociais, isto quer dizer que dificilmente andam sozinhos. Quando se imagina ter apenas um rato num determinado local, pode haver um comboio de ratos, ou seja, uma colônia de alguns ratos bem astutas que nos driblam diante das suas habilidades e perspicácias.

4 – Identificação da espécie;

5 – Saneamento da área;

6 – Instalação de bloqueios mecânicos;

7 – Eliminação das fontes alternativas de alimentos;

8 – Colocação de armadilhas na área interna, vias de trânsito e acesso;

9 – Colocação de iscas raticidas nas áreas externas e tocas;

10 – Monitoração constante para evitar reinfestações;

11 – Verificar presença de pulgas e, em caso positivo promover o tratamento.